Depois de ter publicado os meus dois primeiros livros, inventei de escrever para o teatro e resolvi fazer um curso com a Esther Góes. Imaginei que seria um curso que  traria orientação para a leitura de peças. Errei. Era um curso para atores com a proposta de montar uma tragédia grega, Hécuba, de Eurípedes. 

Fiz o curso, participei da encenação e fiquei surpresa com o amor que dediquei a cada fase do processo. Meses depois, a Esther me convidou a integrar o elenco da montagem profissional. E assim segui. 

Me formei em interpretação pela escola de atores da PUC/TUCA. Entre outras, participei também das peças “Toda nudez será castigada”, de Nelson Rodrigues e “Casa de Cinzas, Terra Fechada”, livremente inspirada no livro "Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra", de Mia Couto.

O teatro é o espaço sagrado que mais me faz enxergar as relações humanas. Continuo experimentando a vida que brota nesse lugar.

  Como Cassandra, em Hecuba.    (Foto: Raquel Alvarez

Como Cassandra, em Hecuba.

(Foto: Raquel Alvarez


 

Como Dulcineusa, em Casa de Cinzas, Terra Fechada.  (Foto: Flavio Soares)

 

Como Cassandra, em Hécuba.

(Foto: arquivo pessoal)